Tendo comunhão com Deus


Compartilhando uma mensagem de Joyce Meyer que muito edificou a minha vida. Ela nos lembra das práticas simples do Evangelho. Assista abaixo em duas partes:





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postado por Luciano Motta | 16 agosto 2010 07:30 |

Segredo para a vitória




Como você está hoje? Afundado em muitos problemas? Ferido por lutas e batalhas que parecem não ter fim? Feliz por viver agora um tempo de paz e prosperidade? Talvez você esteja paralisado diante de uma situação ruim, pensando: "Não sei o que fazer!"

Saiba que "o segredo do Senhor é para os que o temem" (Salmo 25.14). Temer é apresentar-se diante do Pai com confiança e reverência dia após dia; é adorá-Lo em espírito e em verdade; é buscá-Lo de todo o coração. Se você trilhar este caminho, saberá qual é a soberana vontade de Deus para a sua vida.

Esta mensagem é a primeira que pude gravar em áudio. Por favor, não repare os problemas técnicos. Apenas abra o seu coração, os seus ouvidos espirituais, e ouça uma Palavra que muito nos abençoou naquela noite. Receba encorajamento e tenha a sua fé renovada em Deus.

Veja também a versão escrita desta reflexão.

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postado por Luciano Motta | 04 agosto 2010 21:52 |



Obedecendo aos impulsos


De Wayne Jacobsen
Artigo "No Sopro do Vento: a Imprevisibilidade da Vida em Cristo"
Revista Impacto 64 "Senhor, muda as nossas agendas!" Maio 2010


A fé não flui de teologia, flui de relacionamento. Desde o princípio, ele quis mostrar-nos como abraçar sua revelação progressiva em nossa vida e ensinar-nos a segui-lo. Não conheço outra forma de descrevê-lo a não ser que devemos simplesmente atender àqueles impulsos que ele coloca em nossa mente. Pode ser que queira revelar algo sobre a pessoa dele, convidar-nos a passar tempo com ele, atrair-nos à Palavra ou nos guiar a servir ou encorajar outra pessoa. Aprender a reconhecer esses impulsos e a obedecê-los é o que nos fará distinguir entre nossos desejos e os desejos dele. Esses impulsos quase nunca começam com um chamado para ministérios espetaculares, mas com a instrução sobre como sair do interesse próprio por meio das muitas formas corriqueiras em que podemos servir a outros à nossa volta.

Para muita gente, isso pode soar como espiritualidade emotiva, baseada em sentimentos e sensações. Ouço tais objeções frequentemente de pessoas que se sentem ameaçadas por uma vida em Deus que não conseguirão controlar por disciplinas e doutrinas. No entanto, não poderiam ser mais equivocadas. Essa é uma dança em que cabeça e coração andam juntos e que nos leva para conhecer Deus e seus caminhos. O coração sem a cabeça pode conduzir-nos de forma bem-intencionada ao desastre, enquanto a cabeça sem o coração exalta a doutrina acima do amor e destrói muitos com sua arrogância.

Para crescer nessa vida, cultivo continuamente meu relacionamento com ele. Separo intencionalmente tempo para estar com ele ao mesmo tempo em que desenvolvo minha percepção de sua atuação durante todo o dia. Mantenho um diálogo constante com ele sobre tudo em minha vida e expresso meu desejo de seguir sua vontade em cada encruzilhada. Procuro imergir na narrativa das Escrituras para aprender como ele pensa e age. Procuro alimentar-me sempre com aquilo que Deus está mostrando a outras pessoas por meio de leitura, ouvindo palestras e pregações e dialogando com outros que estão na mesma jornada.

E como fazer para separar os impulsos de Deus dos meus próprios pensamentos? A maioria dos impulsos que recebo do Espírito são direções simples para amar e servir às pessoas à minha volta. Com esse tipo de impulso, não estou muito preocupado sobre a possibilidade de errar. Não há muitos resultados negativos quando se serve a outros. Porém, quando preciso de maior confiança para seguir uma direção de Deus e tomar um passo importante, procuro alinhar estes quatro elementos:

1. convicção intuitiva da direção de Deus que cresce com o passar do tempo;

2. confirmação na verdade e no exemplo das Escrituras que é assim que Deus age;

3. confirmação de outros irmãos quando converso sobre o assunto com eles;

4. a realidade das circunstâncias à medida que vão acontecendo.

Quando esses elementos estão em harmonia, tenho mais confiança de que estou realmente seguindo à voz de Deus. No entanto, você sabe o que pode acontecer? Às vezes, mesmo quando tudo está alinhado, posso ainda confundir a direção dele. É por isso que pessoas que nasceram do Espírito raramente usam expressões como: “Deus falou comigo para...”; geralmente preferem dizer que entenderam ou tiveram a impressão de que Deus as estava dirigindo dessa ou daquela forma. Já erraram suficientemente para não serem tão presunçosas, mesmo quando estão bem convictas de que ouviram corretamente sua voz.

Já falsifiquei várias vezes a assinatura de Deus, colocando-a na minha agenda, só para descobrir depois que era tudo minha própria autoria. Mesmo assim, ainda estou pronto para levantar-me no dia seguinte e continuar empenhando-me para segui-lo. E, embora esteja disposto a sofrer as consequências dos meus erros, também tenho aprendido que ele é capaz de arquitetar as coisas de tal forma que até meus erros contribuam para seus propósitos.

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postado por Luciano Motta | 26 julho 2010 07:00 |

O meu querer


Paulo Cesar Baruk



Cada vez que eu abrir a minha boca
Cada vez que eu olhar na direção de alguém
Cada vez que, passo a passo, eu chegar em algum lugar
Seja a tua voz, sejam teus olhos, sejam os teus pés

Cada vez que eu tocar num rosto em pranto
Cada vez que eu fizer o que já não se faz
Cada vez que, em silêncio, eu doar a outra face
Sejam tuas mãos, seja tua graça e o teu amor

Eu quero te servir, eu quero te obedecer
Viver tua vontade, refletir tua verdade
Te honrar com minha vida, em tudo te adorar
Mestre, amigo, amado Jesus
Esse é o meu querer


Cada vez que eu tocar num ombro amigo
Cada vez que eu fizer o que já não se faz
Cada vez que, em silêncio, eu doar a outra face
Sejam tuas mãos, seja tua graça e o teu amor

{ Eu já havia postado esse video no mês passado, mas estou postando de novo - desta vez é o clipe oficial do PC Baruk, excelente. É uma mensagem que queimado em meu coração. Deus te abençoe! }

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postado por Luciano Motta | 17 julho 2010 15:00 |



(des)matar


Luciano Motta

machados
demais
cruzes
de menos

altares sem
lenha
fogo
virtual

arca
de papel
no dilúvio
das últimas horas

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postado por Luciano Motta | 28 maio 2010 14:37 |



Fé e obediência


Luciano Motta

Deus diz a Abraão: "Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas... oferece-o ali em holocausto" (Gênesis 22.2). Observe a ênfase. Não foi um pedido ou uma gentileza. Foi uma ordem direta e objetiva, sem espaço para argumentações ou queixas. E Abraão obedece sem titubear: imediatamente se levanta, ainda de madrugada, toma dois servos e seu filho Isaque, corta a lenha e parte para a terra de Moriá (Gn 22.3).

Somente no terceiro dia de viagem ele vê de longe o lugar indicado por Deus para o sacrifício. A Bíblia não relata o que houve nesses três dias. Fico com a possibilidade do silêncio. Não que eles não tenham conversado durante o percurso, mas creio que Abraão preferiu se calar a respeito de sua dura missão. Talvez para poupar o filho. Talvez para não falar o que não devia sobre o que ainda tentava compreender.

Aos servos é dada uma incumbência: "Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós" (Gn 22.5). Abraão estava certo de que retornaria com seu filho. Ele havia recebido uma promessa e pela fé considerava que "Deus era poderoso para até dentre os mortos [seu filho] ressuscitar" (Hebreus 11.18).

Isaque, crescido o bastante para carregar a lenha (Gn 22.6), estranha o fato de não levarem animal algum ao lugar do sacrifício: "...onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn 22.7). Abraão responde de pronto: "Deus proverá" (Gn 22.8). Tendo preparado tudo, Abraão amarra o seu filho e o deita sobre o altar em cima da lenha (Gn 22.9).

O jovem Isaque era forte o bastante para levar a lenha, atento para perceber a ausência do animal para o sacrifício e bem inteligente para reconhecer que ele mesmo era o sacrifício àquela altura dos acontecimentos... Por que então permitiu ser amarrado e colocado no altar? Por que não fugiu? Por que não clamou aos dois servos por socorro? Por que não lutou por sua vida?

Abraão deu o melhor que tinha. Isaque deu a si mesmo, porque confiava em seu pai e no Pai da Eternidade. Fé e obediência são dois lados de uma mesma moeda: Confiar na Palavra de Deus e seguir o que Ele determinar, ainda que esta Palavra seja: "Anda sobre as águas" ou "Continue em frente, o mar se abrirá". A obediência é provada também no silêncio entre a ordem dada e o cumprimento das promessas. Deus proveu o cordeiro (Gn 22.13). Ele sempre proverá o que precisamos quando confiamos Nele (Gn 22.14).

Passados estes acontecimentos, a Bíblia relata que Abraão recebe boas notícias: Naor, seu irmão, teve oito filhos e alguns netos (Gn 22.20-23). Uma destas crianças é Rebeca, que depois vem a ser esposa de Isaque. Os planos de Deus para nós são planos de paz e não de mal, para nos dar esperança e um futuro (Jeremias 29.11).

Você pode estar atravessando circunstâncias adversas por causa do chamado de Deus. Você pode estar sendo provado agora mesmo.

A provação é um tempo de enfrentarmos medos, de nos calarmos e abrirmos mão do que gostamos. Às vezes nos vemos amarrados, colocados como sacrifício no ministério, na vida profissional, na vida interior; aparentemente injustiçados e um tanto perdidos. Tenha em mente que a fé implica em obediência, e a obediência é um ato de fé. Deus proverá tudo o que você precisa. Confie Nele. Espere Nele. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8.28).

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postado por Luciano Motta | 06 abril 2010 18:00 |



Crescendo debaixo das pressões


Do blog do Ministério Deigma Marques

Oi pessoal...
Gostaria de compartilhar com vcs uma palavra que escrevi há um tempo atras. Espero que te abençoe.

Hoje quero continuar com você nossa caminhada para uma vida cristã mais madura. A palavra nos diz que, por um tempo em nossas vidas, nos alimentamos de leite. Porém, chega um momento em que o leite não nos sustenta mais, precisamos de um alimento mais sólido.

Querido, uma das coisas que nos faz amadurecer são as pressões, circunstâncias, situações que nos cercam no dia-a-dia.

Muitos de nós gostaríamos que algumas coisas em nossas vidas não ocorressem ou que uma borracha apagasse um trecho de nossas vidas.

Mas o Senhor, que é muito rico em sabedoria, não permite que seja assim. Tiago nos diz que devemos ter, por motivo de toda alegria, o passarmos por várias provações. Isto mesmo, toda alegria. Dá pra imaginar?!?!? Às vezes é difícil, não é?

Mas estas circunstâncias são extremamente necessárias para o nosso crescimento.

Você conhece a diferença entre o diamante e o grafite? Ambos são substâncias simples, formadas apenas por carbono. A grande diferença entre eles é a maneira como os átomos ficam organizados nas moléculas. O grafite representa a forma mais estável do carbono, já o diamante, só é conseguido com pressões e temperaturas altíssimas.

Podemos ser um simples grafite ou podemos ser um valiosíssimo diamante. Isto depende do quanto suportamos as pressões e as altas temperaturas. Você está me entendendo?

Não estou aqui falando sobre auto-flagelação ou coisa parecida, estou falando de uma condição em que, mesmo passando por situações mais difíceis, conseguimos tirar dela algum proveito.

Há, na Bíblia, um texto que nos mostra Sansão rasgando um leão como quem rasga um cabrito, (como se rasgar um cabrito já fosse fácil (risos)) e, tempos depois, ele volta e encontra mel dentro da carcaça do leão.

Isto nos leva a pensar no fato de que todos os dias nós enfrentamos um leão, mas podemos vencê-lo e ainda tirarmos alimento dessa circunstância. Aleluia!!!

Querido, não estou dizendo que é fácil. Porém, se nos entregarmos ao Espírito Santo, seremos conduzidos a este lugar.

Você não está sozinho! Deus sabia que sem Ele não conseguiríamos, por isso Ele nos enviou o Espírito Santo, para nos ajudar em nossas fraquezas. Glória a Deus!

Tire um tempo do seu dia e se entregue a Ele, adorando-O, louvando-O, orando em outras línguas e você verá que mesmo em meio a altas temperaturas e pressões, você suportará e permanecerá firme, em fé. E depois disso, o que encontraremos? Um pedaço de grafite que se tornou um lindo diamante.

Até a próxima

Deus não é mágico, Ele é um construtor.

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postado por Luciano Motta | 18 janeiro 2010 15:38 |



Para ministros do altar...


Luciano Motta

Faz algumas semanas eu estava orando em casa, confessando ao Senhor os meus pecados, clamando por graça e misericórdia... Naquela semana eu ainda não tinha lido nada da Palavra, tampouco dedicado tempo de qualidade para orar. Naqueles dias eu estava mergulhado em meus estudos, em meus afazeres, em meu trabalho. Ou seja: em mim mesmo. Muito pouco para um ministro de Deus. Muito pouco para a responsabilidade e o privilégio de alguém no altar, que lidera a igreja no louvor e na adoração, que lidera uma equipe promissora de músicos, dançarinas e pessoas ligadas ao som e à imagem. Muito pouco para os sonhos que o próprio Deus tem colocado em nosso coração.

Eu estava ali orando... Então, o Senhor falou comigo. E me disse assim:

"Até quando continuarei usando a sua vida com base apenas na graça e na misericórdia? Eu quero te usar também com unção e autoridade!"

Acho que fiquei mudo por alguns minutos. E chorei. Um choro de vergonha na cara. Um choro para rever as minhas prioridades, para tirar os olhos de mim mesmo e das minhas necessidades e vontades próprias.

Dali me levantei diferente. Continuo a falhar, continuo dependente da graça e da misericórdia de Deus. Mas a minha postura mudou. As minhas prioridades de então mudaram. A busca, o desejo pela presença e pela glória de Deus passaram a ser de novo o motor que impulsiona a minha vida e me dá forças para resistir nos dias maus, para enfrentar as lutas e adversidades que se levantam, para ministrar com unção e autoridade diante da igreja, para fazer o melhor e assim sempre ter algo de Deus a oferecer no altar.

E você, ministro de Deus? O que você tem a oferecer hoje? O que te sustenta hoje no altar: sua musicalidade, suas habilidades, sua voz, seu carisma? Ok, você pode e deve ser excelente no que faz, mas se apenas estas coisas te sustentam, cuidado! O Senhor tem muito zelo pela Sua igreja. Ele não está em busca de performance, mas de verdadeiros adoradores, intercessores, profetas, que sejam vasos de honra em Suas mãos, profundos conhecedores da Palavra, tremendos em unção, poderosos na autoridade do Espírito, não apenas tendo Sua graça e misericórdia como muletas.

Ministro do altar, deixe as muletas! Caminhe. Corra. Voe. Ministre na unção e na autoridade do Espírito Santo. Aperfeiçoe suas habilidades. Estude. Cresça e amadureça. É tempo de romper!

"Até quando continuarei usando a sua vida com base apenas na graça e na misericórdia? Eu quero te usar também com unção e autoridade!"


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postado por Luciano Motta | 01 agosto 2009 23:33 |



Achei a Davi


Luciano Motta

"Achei a Davi, meu servo" (Salmo 89.20)


Se Deus declara ter achado a Davi, significa que Ele estava procurando por alguém que tivesse as características que somente o jovem guerreiro filho de Jessé dispunha naquele tempo. Mas o que Deus procuraria em uma pessoa? Vejamos um pouco do que a Bíblia nos revela a esse respeito:

Deus procura verdadeiros adoradores

"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem" (João 4.23).

Consideremos a adoração como nosso posicionamento vertical, em que nos voltamos para Deus e o adoramos, o amamos, desejamos fazer a Sua vontade acima de todas as outras coisas. À medida que nos aprofundamos em nosso relacionamento com Ele, somos ajustados em nosso caráter, nos tornamos sensíveis à Sua voz e obedecemos prontamente ao Seu chamado e envio.

Deus procura intercessores

"E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei (Ezequiel 22.30).

A intercessão seria nosso posicionamento horizontal, quando priorizamos as pessoas e nos colocamos no lugar delas, buscando atender as suas necessidades. Também quando oramos intensamente pelos aflitos e perdidos, pelos povos e governos, pelas nossas famílias, suplicando pela intervenção de Deus na restauração dos “muros de proteção” dessas vidas e estruturas contra todas as investidas do mal.

Deus procura corações perfeitos para com Ele

"Porque, quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com ele..." (2 Crônicas 16.9).

O coração seria nosso posicionamento interior, o que verdadeiramente nos move e nos motiva a adorar e a interceder. Pois é perfeitamente possível alguém adorar ou interceder apenas na aparência, tendo motivações desviadas para outras fontes e desejos que não os do Senhor. Existem de fato pessoas, infelizmente muitas pessoas, que dizem amar a Deus, mas não fazem o que Ele manda, ou que praticam boas obras, mas tem uma motivação absolutamente errada.

Deus procura pessoas que tenham esses três posicionamentos devidamente alinhados em suas vidas ou que estejam na caminhada, correndo com perseverança em direção ao alvo de serem semelhantes a Jesus. Ele sempre buscou homens e mulheres que pudessem corresponder às Suas expectativas e planos. A Bíblia nos relata várias dessas pessoas que o Pai encontrou e usou poderosamente, cada uma em sua geração, de formas diferentes e com propósitos singulares.

O Salmo 89.20-24 nos mostra o que esperar de alguém que Deus encontra:

• Unção (v.20)
• Força (v.21)
• Poder contra o inimigo (v.22-23)
• Amor (v.24)
• Prosperidade, êxito (v.24)

Davi foi achado com essas características, um homem segundo o coração de Deus. A despeito de cometer pecados tão terríveis, Davi nunca deixou de se posicionar como um adorador e um intercessor, sempre com a motivação certa. Por isso, Deus o levantou como um grande salmista, um grande líder, um grande homem.

Hoje Deus continua em busca de pessoas que possam corresponder às Suas expectativas e planos para esta geração. Filhos que desejam alinhar os posicionamentos de adoração, intercessão e motivação em suas vidas.

Você tem este perfil?

Você está mesmo buscando ser alguém assim?
Como está o seu coração?
Suas atitudes falam mais alto do que suas palavras?

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postado por Luciano Motta | 21 julho 2009 21:30 |



Uvas bravas?



Luciano Motta

Em Isaías 5.1-4,7 encontramos um cântico profético para a nação de Israel, que retratava a situação do povo de Deus. Mas essas palavras se aplicam às nossas vidas hoje:

1 Agora cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha num outeiro fértil.
2 E cercou-a, e limpando-a das pedras, plantou-a de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre, e também construiu nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas bravas.
3 Agora, pois, ó moradores de Jerusalém, e homens de Judá, julgai, vos peço, entre mim e a minha vinha.
4 Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? Por que, esperando eu que desse uvas boas, veio a dar uvas bravas?
7 Porque a vinha do SENHOR dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias; e esperou que exercesse juízo, e eis aqui opressão; justiça, e eis aqui clamor.

O profeta fala de um outeiro fértil (v.1), que representa a nossa vida. Somos como um pequeno monte, uma boa terra, onde Deus trabalha com Suas próprias mãos. Ele cava e limpa o campo do nosso coração (v.2). Todo aquele que um dia recebeu a Cristo como Senhor e Salvador passa pelo processo de Deus, de transformação e regeneração do caráter, de limpeza das pedras e entulhos deste mundo.

A torre (v.2) fala de segurança e proteção. Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro na hora da angústia, das dificuldades. Ele envia anjos para nos livrar. Ele mesmo se levanta em nosso favor. Os inimigos fogem da presença de Deus em nós.

Também constrói um lagar (v.2), um tanque para espremer as uvas. Deus trabalha o campo, prepara o nosso coração, a nossa vida, para produzirmos e multiplicarmos. A expectativa do Pai é que cresçamos muitíssimo! Ele nos dá capacidade criativa, força para vivermos nossos dias fazendo o melhor, produzindo coisas novas, avançando, ampliando nossos limites!

Porém... O que Deus vê no fim da colheita são uvas bravas. A expectativa do Pai era a melhor possível. Ele fez de tudo pela vinha, por nós (v.4). Ele nos amou, investiu em nós, para que nos tornássemos excelentes para Ele e para o Seu Reino. Deus esperou justiça e retidão, mas viu opressão e clamor (v.7).

Uvas bravas? O que deu errado?

O processo de Deus em nós é cíclico, como as colheitas. Para se manter produtivo, todo campo passa pelo trabalho de preparo da terra, de semeadura e de plantio. A terra recebe cuidados especiais; às vezes fica um tempo em repouso.

Assim também é conosco. Para que possamos continuar alinhado aos planos de Deus, Ele mesmo cuida de nós e, com amor, trabalha o nosso coração, cava, limpa, semeia. Do contrário, viveríamos acomodados, confortáveis em nossa zona de conforto, sem ambições maiores e melhores, sem crescimento, sem multiplicação.

É justamente da rejeição desse processo que nascem as uvas bravas.

Rejeitamos o processo do trabalho da terra, da limpeza. Quantos sinceramente estão dispostos a passar por um processo de ajustes e correções no caráter, de enfrentar novos e antigos medos, de tratar pecados ocultos e imperfeições, de superar marcas e feridas passadas que Deus pode trazer de volta à tona para uma cura definitiva, porém sofrida...?

Rejeitamos a segurança da torre. Partimos para empreitadas sem consultarmos a Deus, tocamos nossos ministérios e deixamos o Senhor de lado. Esquecemos que tudo o que temos e o que somos é Dele e vem Dele. Passamos por frustrações e angústias porque não buscamos a Deus antes das decisões. Caímos em ciladas e armadilhas porque desprezamos a Torre Forte: o nosso Deus.

Rejeitamos o lagar. O tempo em que as uvas estão prontas para serem espremidas. O tempo em que situações difíceis acontecem e nos apertam: provações, adversidades, enfermidades, crises... O lagar é como um vale. No entanto, não é como o deserto, é mais breve. Mas, convenhamos: Queremos passar por tempos assim?

Posso garantir: todos passam pelo processo de Deus. Neste exato momento, muitos estão sendo limpos; outros, experimentando a segurança da torre. Alguns estão vivendo uma fase de aperto, de serem espremidos.

A maneira como vamos percorrer todo o processo é que determina o que vamos produzir: um bom vinho ou um amargo vinagre. Não rejeite o tratamento de Deus. Espere Nele. Mesmo que as coisas apertem, creia que Ele está cuidando de você!

* Leia também: Qual é o nome do seu vale?

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postado por Luciano Motta | 22 maio 2009 12:30 |



Amplia a tua tenda



Luciano Motta

Uma palavra de crescimento: Isaías 54.2
• Amplia o lugar da tua tenda
• Estendam-se as cortinas das tuas habitações
• Não o impeças
• Alonga as tuas cordas
• Firma bem as tuas estacas

São 5 sentenças, porém a 3ª é muitas vezes ignorada: "Não o impeças".

O crescimento, a multiplicação, a colheita de Deus para nós demanda trabalho, esforço, lutas... Estamos dispostos a enfrentar as adversidades em busca do nosso milagre, da nossa vitória.

Perdemos a bênção porque nós mesmos impedimos.

Dois momentos: Vitória - Josué 6.16-20 > Logo depois, derrota: Josué 7.1-5

Deus nos dá instruções. Ele nos tem dado a Sua Palavra. Precisamos obedecer. É o principal. Do contrário, todo trabalho se torna vão, porque Deus detesta o pecado, a desobediência.

Quais impedimentos podem existir em nós?

1- Reter coisas condenáveis (6.17,18) – tudo o que havia na cidade foi condenado por Deus: pessoas (más companhias, falta de perdão), bens (avareza, cobiça, infidelidade), animais (fonte de alimento – de quê estamos nos alimentando? e força de trabalho – estamos usufruindo do trabalho de outros?)

2- Reter o que é do Senhor (6.19) – prata, ouro, vasos... os tesouros de Deus não existem para serem enterrados ou escondidos! Dons, talentos, habilidades, salvação, alegria, paz, poder, autoridade... tudo isso é de Deus para nós e Ele quer usar para cumprir Seus propósitos em nós e através de nós!

Acã reteve coisas condenáveis e o que era do Senhor (7.20-22). Seu pecado trouxe condenação para todo o povo – nossa desobediência traz conseqüências negativas ao lugar onde estamos estabelecidos (casa, trabalho, igreja, ministério)

O pecado nos separa de Deus. Impede nosso crescimento.

Há algo escondido na tua tenda? Será por isso que o lugar da tua tenda não é ampliado, as cortinas não se estendem, as cordas não se alongam, as estacas não se firmam? Dê glória a Deus – confesse o pecado (7.19). Arrependa-se e viva o crescimento prometido pelo Senhor!

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postado por Luciano Motta | 21 janeiro 2009 09:45 |