When You Believe / MUSICANJA 2009
Vivian Veríssimo e Ana Cristina Pina (minha esposa) cantando o tema do longa de animação Príncipe do Egito. Elas arrebentaram!
Livres Para Adorar: veja como foi
Além das canções tão maravilhosas, Deus falou tremendamente ao nosso coração nesses dias. Abaixo deixo um resumo das palavras ministradas. Está bastante resumido mesmo, é só para que você tenha uma pequena noção do que Deus nos brindou através do Min. Livres para Adorar:
1º dia
Palavra sobre o filho pródigo que, segundo Juliano Son, deveria ser "A parábola sobre o que está no coração do Pai". Porque o foco da história não é o filho mais novo que desperdiçou a sua herança, nem o filho mais velho, também rebelde em seu coração, mas o foco está no amor incondicional do Pai. Antes que o filho desgarrado pensasse em voltar, o Pai já estava lá esperando, vigiando o seu retorno.
Saber que "Deus nos ama" não pode ser mera informação, ou fazer com que a gente se sinta bem. O amor de Deus nos leva a uma transformação. Ele nos ama porque deseja que nós também o amemos. Chamar Deus de Pai, ter Deus como Pai, não é pouca coisa.
2º dia
Ministração sobre a música "Tudo": Com Deus é tudo ou nada. Aquele que ama espera que o seu amado retribua na mesma medida.
"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria" - Devemos temer a Deus? A resposta é Sim. Há dois tipos de temor: medo e reverência.
Qual é o tamanho da revelação de Deus para você?
Muita gente diz: "Deus está me incomodando nisso ou para fazer aquilo..." Mas essa é uma visão muito pequena de Deus, pois Ele não incomoda ninguém. O que incomoda é uma pulga, uma mosca, um mal cheiro... Deus é Todo Poderoso. Jesus é o Leão. Ele ruge! Ele brada! Se você não tem feito o que Ele te manda, então tema!
3º dia
Deus é Santo. Ele é separado de tudo, Ele está acima, muito acima de tudo.
Ele odeia o pecado, porque é como se uma bactéria se rebelasse considerando-se igual ou superior a um ser humano. Mas mesmo esta comparação é "perigosa" porque Deus é incomparável.
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Livres Para Adorar
Em São Gonçalo, nos dias 20 a 22/11, às 19:00h.
Realização: MISSÃO BETESDA EM PORTO NOVO
Rua Antonio Gonçalves Dias nº 10, no bairro de Porto Novo, São Gonçalo, RJ (perto do shopping São Gonçalo). Linhas 526 e 42 da viação Estrela (é só pedir para descer na HelioGás da Rua Capitão João Manoel). Veja mapa abaixo:
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Temos grande expectativa em Deus de que esse congresso seja uma semente de vida e transformação de pessoas e, assim, da nossa sociedade. Deus quer levantar a Sua Igreja como referência, ministros adoradores que influenciam!
Ajude-nos a divulgar esse congresso em São Gonçalo e Niterói, principalmente nos bairros de Porto Novo, Gradim, Porto da Pedra e arredores. Ore. Divulgue. Participe!
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A grande revolução espiritual
Fernandinho, do site Faz Chover.
Posso afirmar que a Reforma Protestante foi uma Revolução Espiritual que ocorreu no início do século XVI d.C (1517 a 1545). Esta revolução foi causada por diversos motivos: econômicos, políticos, geográficos, sociais e tantos outros, mas o principal foi o clamor pela volta da Igreja à pureza original do cristianismo do Novo Testamento.
Por incrível que pareça, muitas pessoas em nossos dias nunca ouviram falar da Reforma Protestante, outras até já ouviram falar ou leram em algum livro de história secular. No entanto, você saberia dizer qual foi a real importância desta Revolução Espiritual no passado e em nossas vidas hoje?
Uma das grandes heranças que tivemos com este movimento foi à liberdade de interpretação da Bíblia. Antes somente sacerdotes Católicos (padres, bispos, arcebispos) tinham acesso as Escrituras. O povo vivia aprisionado intelectualmente sem o direito de questionar e agir pela sua própria vontade. Era um tempo de completa escravidão espiritual. Hoje somos livres para ler e interpretar a Bíblia, somos livres para adorar ao Senhor de acordo com a vontade do Espírito de Deus.
A Reforma não aconteceu sozinha, ela foi conseqüência da ousadia de homens que não se conformaram com a miséria espiritual patrocinada pela Igreja Romana. Os reformadores buscaram desenvolver uma teologia baseada nos ensinamentos de Jesus, e isto somente poderia acontecer se a Bíblia novamente tornasse a ser a máxima autoridade da Igreja, coisa que não acontecia mais naquela época.
“Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; a fim de que o homem seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra” (II Tm 3.16,17).
Será que hoje em dia a Bíblia tem sido a nossa única regra de fé e conduta? Os revolucionários do século XVI não se conformaram com o tradicionalismo que corrompia e cegava a Igreja. Muito mais que isto, estes homens foram radicalmente contra a opressão religiosa que aniquilava a sociedade e descaracterizava a beleza do evangelho de Cristo. Será que hoje não precisamos repensar novamente o conceito de Igreja que está proposto? Até quando iremos permitir que liturgias vazias e sem sentido nos escravizem e nos afastem do verdadeiro cristianismo? Onde está a comunidade cristã que Jesus nos deixou como herança para abençoar o Seu povo?
Um dos homens mais influentes daquela Revolução foi Martinho Lutero. A Reforma teve como marco inicial à fixação de suas 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg na Alemanha em 31 de outubro de 1517. Este homem ousou desafiar o sistema religioso corrompido da Igreja Romana em busca de uma liberdade e pureza espiritual pregada e vivida por Jesus.
Lutero não foi um rebelde sem causa. Sua intenção era restaurar a Igreja Católica através de uma retomada aos conceitos bíblicos, onde todo homem somente poderia ser salvo pela sua Fé pessoal em Jesus mediante a Graça de Deus revelada nas Escrituras. Para que isto acontecesse o homem deveria tomar sua própria decisão.
Não foi do interesse de Lutero iniciar uma nova denominação, muito embora isto acabou sendo inevitável. Às vezes vejo pessoas inconformadas com a sua Igreja ou denominação e me pergunto: “Qual a verdadeira intenção?” Não precisamos mais de novas denominações, o que realmente precisamos é de pessoas santas que busquem ser ainda mais santos como Jesus é santo. Denominações não salvam ninguém, Jesus salva.
Estamos precisando de uma nova Revolução Espiritual, mas não fique esperando pelos outros, comece com você. Lutero ousou em seu tempo. Ele não se conformou com o pecado institucional. Nós podemos revolucionar ainda mais, não podemos nos conformar com o pecado, não podemos continuar omissos a iniqüidade e nem ao menos deixar que o mundo nos corrompa e nos afaste da fonte da vida que é Jesus.
Jesus deseja que façamos uma Grande Revolução Espiritual. Tudo depende de mim e de você. A Reforma foi sim uma revolução espiritual, mas nossa geração necessita de uma Grande Revolução e você juntamente comigo somos peças fundamentais para que isto aconteça.
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Versar e Viver
A seção de versos do Betesda.Blog está de mudança para meu novo blog: Versar e Viver. Nele quero publicar poemas, contos, crônicas, pensamentos e pequenas reflexões. Na verdade, é uma extensão deste espaço no WordPress.
Há outras razões para começar esse novo blog: produzir literatura de qualidade, uma literatura cristã em essência sem os termos de nosso "evangeliquês" de cada dia. E também vou publicar obras de outros poetas, autores e escritores cristãos que tenham esta mesma visão.
Se você deseja abraçar esta causa, compartilhe seus textos, deixe um comentário, faça uma visita no blog e, mais do que tudo, ore por nós.
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Pai nosso, Pai meu
Juliano Son, Livres para Adorar
Antes da vinda do Senhor, a idéia de Deus ser pai de um indivíduo era algo muito estranho. Para os judeus do Antigo Testamento, Deus era no máximo "Pai da nação de Israel", ou seja, o Criador da nação de Israel, mas nunca "meu pai". Era muito íntimo, era muito próximo, era blasfêmico se identificar com Deus, assim, dessa forma.
No Antigo Testamento não existem referências a Deus como pai de um indivíduo só. Ninguém no AT ousou usar o termo "Pai" ao dirigir-se a Deus. Por isso não encontramos tais referências nos Salmos, nos profetas, ou nas narrativas dos Patriarcas.
E fazendo uma releitura dos Evangelhos, a impressão que se tem é que o Senhor evitou referir-se a Deus como Pai na presença de estranhos. Jesus só usava o termo Pai na compania de pessoas mais próximas. E quem sabe, talvez, por ser considerado uma blasfêmia que alguém se chamasse de filho de Deus, nós vamos perceber que Deus fez questão de bradar do alto que "Jesus era o Seu Filho amado". Isso aconteceu em duas ocasiões chaves: em seu batismo - antes do início do seu ministério - e no monte da transfiguração - onde alí, também, recebeu testemunho da Lei (Moisés) e dos profetas (Elias).
Sabemos que a revelação de Deus foi progressiva. O Senhor foi Se revelando aos poucos, no decorrer da história, de Gênesis a Apocalipse. E a revelação que Deus havia nos dado no AT era, na sua maioria, acerca da Sua essência e não da Sua identidade. Deus, no AT, havia Se revelado como o Criador, como o "Eu Sou o que Sou", o Deus Provedor, Eterno, Majestoso, Poderoso, Misericordioso, Justo, Salvador, mas a revelação da Sua identidade, o CLÍMAX da revelação de Deus, isso Ele deixou para o Messias revelar.
Foi Jesus quem nos revelou a identidade de Deus. Foi Jesus quem nos revelou que Deus era Pai. O Pai nosso. O Pai que, também, é meu. Íntimo, particular, próximo, acessível.
É aqui onde encontramos uma das principais diferenças do cristianismo em relação às outras religiões monoteístas. Nós somos os únicos que, ao nos aproximarmos de Deus, nos aproximamos chamando-Lhe de Pai!
Não é pouca coisa o nosso privilégio de chamá-lo assim. Isso custou tudo o que Deus tinha de mais precioso! Sem Jesus não seria possível conhecer a Deus como O conhecemos.
E um detalhe precioso. Nos Evangelhos percebemos que o Senhor, todas as vezes que se dirigia a Deus, dirigia-se a Ele chamando-Lhe de Pai. De forma direta ou indireta, todas as vezes que Jesus se dirigia a Deus, ele Lhe chamava de Pai. Chegaram a contar quantas vezes Jesus usou o termo "Pai", e o número aproximado é de 270 vezes.
270 vezes Jesus usou o termo ao dirigir-se a Deus.
Mas uma só vez, apenas uma só vez o Senhor não fez uso do termo "Pai" ao se dirigir a Deus, e isso aconteceu na cruz do Calvário. Alí, Jesus em alta voz, disse: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?"
E eu pergunto a você: Por que Deus, na cruz, o abandonou? Por que Deus abandonou o Seu único e amado Filho?
Porque se não, Ele teria de ter abandonado a você. Naquele momento, ou Ele abandonaria a Jesus, ou te abandonaria.
Pra que Deus pudesse ser Pai na sua vida, Deus teve que ser Deus na vida do Filho! Alí, na cruz do Calvário, Jesus trocou de lugar com você pra que Deus Pai pudesse te chamar de filho(a). Pra que Deus não tivesse que ser Deus sobre a sua vida, Deus teve que ser Deus sobre a vida de Jesus, e assim, fazendo possível a sua adoção.
Não é pouca coisa o nosso privilégio de sermos chamados de filhos de Deus! Custou tudo o que Deus tinha de mais precioso... Ele deu tudo pra poder ouvir dos seus lábios e do seu coração: "Aba... Pai".
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Deus não se esquece
Pr. Gustavo Bessa, do blog da Ana Paula Valadão
Pela manhã, estávamos no culto na igreja Potter’s House (Casa do Oleiro) do pastor T.D. Jakes. E ele disse que existem quatro tipos de pessoas: “Watchers. Waiters. Wishers. Workers”, ou seja, “Os que ficam a olhar. Os que ficam a esperar. Os que ficam a desejar. Os que trabalham, de fato”. E a ênfase era: “Comece a fazer. Não fique a olhar, a esperar ou a desejar. Faça, confiando que Deus estará ao seu lado”!
E à noite, na minha devocional, Deus me aqueceu o coração com as primeiras palavras da carta de Pedro: “Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são forasteiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia” (1 Pedro 1.1).
Com essas palavras, senti-me encorajado a escrever porque me lembrei que DEUS NAO SE ESQUECE!
Deus não se esqueceu daqueles forasteiros e imigrantes, daquelas pessoas que estavam em outra terra. Ele levantou Pedro para escrever uma carta, uma mensagem de Deus, anunciando para aquelas pessoas: “Eu não me esqueci de vocês. Vocês podem estar longe de casa, dos familiares, dos amigos, da cidade e do próprio país. Mas eu não me esqueci. Percebem? Toquei Pedro para escrever uma carta para vocês!”
Como uma carta, um e-mail, um telefonema, um abraço, um presente, uma lembrança faz a diferença! Deus se revela e fala através desses aparentemente simples atos de amor. Muito obrigado pelas tantas expressões de carinho para conosco, para com nós todos, que, hoje, somos imigrantes e estamos longe do nosso Brasil.
Às vezes, somos aqueles que são lembrados; outras vezes, somos aqueles que se lembram. Algumas vezes, somos como aqueles que precisam receber uma carta, e, em outras ocasiões, somos como aqueles que escrevem uma carta. Por isso, me senti encorajado a escrever. Aquilo que temos recebido de cada familiar e irmão, é também aquilo que queremos compartilhar com cada um: “Deus não se esquece”.
Deus não se esqueceu de você! Em todo o tempo, Ele tem levantado pessoas e criado situações a sua volta, tão somente para lhe dizer o quanto Ele se importa e o quanto Ele ama. São telefonemas, cartas, e-mails, abraços, presentes, “coincidências”, coisas simples e gestos pequenos, tudo para que você saiba que Ele está perto e cuida de você.
Inclusive, agora mesmo, enquanto você lê essas palavras… Deus está chamando a sua atenção… como que dizendo mais uma vez: “Eu não me esqueci de você”.
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Olá! Venho compartilhando através deste blog um pouco do que Deus tem feito em minha vida, por palavras, canções, ministrações... Tenho uma esposa maravilhosa, Ana Cristina, e dois filhos lindos: Luana e Samuel. Minha família é uma bênção! Espero que você seja edificado com os textos e videos que estão neste blog. Se ainda não conhece Jesus, hoje é o dia! Ele deseja habitar em seu coração e mudar a sua vida! Entregue-se totalmente a Ele. Paz!





